"Existentialism, now it's a new time. A hard time, but a necessary time. A time to see us and them. A time to tell about us and them forever... To know of we're just 'Rags of silver'!" (¨ J-JP ¨)

domingo, 9 de janeiro de 2011

Pessoas da alma

Viajei.
Pouco,
porém lindos dias
me acompanharam
Conheci almas novas
aprendi com elas
Jeitos diversos
pensamentos dispersos
sentimentos em versos
Pessoas que levo comigo
em meu coração
e minha mente
Oxalá possa estar sempre
perto dessa gente...


- Nando Barrett -

sábado, 8 de janeiro de 2011

Vida real

Lembranças do mar empoeirado
da areia salgada, cheia de estrelas
e do verde céu com suas folhas brancas
A paz da natureza
trouxe-me a certeza
que a felicidade da vida
está na busca incontida
da esperança perdida
sendo devolvida
E que as coisas intocáveis
como um lindo amanhecer
assistindo ao sol nascer
me dão gozo e prazer!


- Nando Barrett -

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Viajante

Ele caminha no mar, caminha no ar
não sabe compor, não sabe falar
percebe a beleza da melancolia
viaja na calorosa noite fria.
Tudo que fazem, tudo que falam
tudo que dizem, tudo que calam
não compreende
não entende...
Nasceu pra mudar
mas não se muda
nasceu pra gritar
mas é mudo
nasceu pra voar
mas reluta em cortar
as raízes dos pés...
Ao invés
apassiva, não luta
sofre com o sofrimento
e sente pesar o pesar
seu e alheio,
Sente-se alheio
no mundo presente
Absorto, enlevado, extasiado
sonhador desesperado
no mundo desolado
feliz e apaixonado
Viajante noturno...


- Nando Barrett -

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Gerundiando

Ando,

Nascendo
Vivendo
Morrendo
Criando
Descriando
Recriando

Imaginando
Viajando
Divagando

Caindo
Lutando
Relutando
Levantando

Cantando
Encantando
Apaixonando
Luanando

Escrevendo
Amando
Sendo:
Fernando!


- Nando Barrett -

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Este é você!

Surdo
Tudo
Vazio
Ecoa
Oco
Pouco
Farto
Olha
Hoje
Nada
Faz
Arde
Ama
Finge
Sofre
Ri
Sobre
vive


- Nando Barrett -

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Soneto contrário

Adverso ao mundo
Controverso em tudo
Crio versos profundos
Vilipendio o efêmero moribundo

Na luta pelo justo
Muitas vezes me assusto
Faço rimas loucas
Com palavras poucas

Certo, errado
Sincero sempre
Seguindo em frente

Calo e grito
Vivo e morro
Presto e peço socorro!


- Nando Barrett -

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A Única!

Minha musa?
Mulher de beleza difusa
Personalidade confusa
Com seus olhos me usa
abusa
Entretanto é ela
Menina doce e singela
Que eu quero,
espero
O tempo preciso!
Do tempo preciso
Pra aliviar a dor
A dor que me mata
Me mata de amor!
Canto de sereia...


- Nando Barrett -